O uniforme médico, mais do que com a aparência, tem a função primeira de garantir proteção e assepsia necessária para essa profissão. Isso significa que seu uso é essencial para a proteção do próprio médico, a medida que a roupa evita o contato direto do profissional com o que poderia ser prejudicial a sua saúde.

O uniforme médico é o tipo de peça indispensável, seja em hospitais e emergências ou em clínicas particulares. Desde o século XIX o emblemático jaleco branco foi instituído como o padrão desse segmento, isso porque é uma cor que permite a fácil identificação de secreções, sangue e outras substâncias que poderiam contaminar outros pacientes e até os próprios profissionais.

Importância do uniforme médico

Como já foi falado antes no artigo sobre uniforme hospitalar e sua correta higienização, de acordo com a ANVISA, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, estão presentes nos uniformes médicos e de outros profissionais de hospitais entre 106 e 108 bactérias por 100 cm2 de tecido.

Isso significa que seu uso é essencial para a proteção do próprio médico, a medida que a roupa evita o contato direto do profissional com o que poderia ser prejudicial a sua saúde. Além disso, a correta utilização e higienização é uma medida preventiva contra a propagação de vírus, bactérias e doenças e contaminação de pacientes por agentes externos.

Por isso, os uniformes devem ser usados apenas nas dependências do hospital, transportados com cautela e muito bem higienizado.

Uniforme hospitalar em tempos de coronavírus

Nos hospitais de campanha, voltados para o atendimento exclusivo de pacientes, os profissionais da saúde devem trocar o jaleco, capote ou avental a cada saída da área do paciente. Fazendo o correto descarte, quando for o caso, ou mandar imediatamente o item para o setor responsável de higienização, tendo em vista que os equipamentos precisam ser lavados a cada uso.

Além desse item, os profissionais precisam estar equipados com:

  • protetor ocular ou protetor de face;
  • luvas;
  • máscara N95/PFF2 (ou outras máscaras com eficácia mínima na filtração de 95% de partículas de até 0,3µ tipo N99, N100 ou PFF3), sempre que realizar procedimentos geradores de aerossóis. Para realização de outros procedimentos, avaliar a disponibilidade da N95 ou equivalente no serviço. Não havendo disponibilidade, é obrigatório o uso da máscara cirúrgica.